03/11/2010 22h45 - Atualizado em 18/01/2019 16h19

Bodyboarder capixaba no topo da América Latina

Os bodyboarders capixabas Magno Oliveira e Maylla Venturin conquistaram o título Latino Americano, neste fim de semana, em competição disputada na Venezuela. O surfista venceu a etapa com direito a uma nota 10 na disputa final e sagrou-se bicampeão do torneio. Já, Maylla terminou em quinto, colocação suficiente para garantir o título. Os atletas viajaram com passagens aéreas custeadas pela Secretaria de Estado de Esportes e Lazer (Sesport), por meio do Compete Espírito Santo, programa de incentivo que fornece passagens aéreas aos atletas de alto rendimento do Estado.

Maguinho, como Magno Oliveira é chamado pelos surfistas, teve que superar as ondas pequenas da primeira fase, para passar para as oitavas-de-final. Esse resultado serviu para garantir o bicampeonato. No entanto, Magno não se acomodou e venceu, também, a etapa da Venezuela.

“Este resultado tem um significado especial para mim, pois garanto meu segundo título latino. Isso tudo é fruto de muito trabalho que venho fazendo. Estou muito feliz e contente com este resultado”, ressaltou Oliveira.

Vice-campeã em 2009, Maylla Venturin contou com a regularidade para conquistar um título inédito para sua carreira. Na primeira etapa, em Búzios (RJ), a bodyboarder ficou em segundo lugar. Na disputa do México e na Venezuela, dois quintos lugares deram à capixaba, mais um título.

“Eu estou amarradona com esse título, ano passado eu fui vice e não é fácil. Desde o início se superando, são vários obstáculos. Depois desse título, viajo em dezembro para as Ilhas Canárias, onde vou tentar o segundo lugar no ranking mundial. E, também, espero ser campeã estadual, já que eu estou liderando o ranking”, afirmou a capixaba, atual vice-campeã brasileira de bodyboarding.

Mas nem tudo foi festa na comemoração de Maylla Venturin. Pega de surpresa, com o falecimento do surfista havaiano Andy Irons, a capixaba comentou sobre os riscos que os atletas sofrem com as viagens por vários países, uma vez que ele morreu nos Estados Unidos após contrair dengue hemorrágica em Portugal.

“Nem acreditei quando vi, achei que era um boato. Todo mundo está muito triste, foi uma notícia triste para a comunidade do surf. Mas isso é muito complicado, a gente viaja muito e fica exposto a doenças, infelizmente. Ele já estava debilitado, mas preferiu se tratar nos EUA, foi uma fatalidade”, lamentou Venturin.



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Texto: Sergio Rangel
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