02/06/2022 11h08

Sefaz, Secont, SEP, Seger e PGE iniciam projetos do Profisco II com o BID

Representantes das Secretarias da Fazenda (Sefaz), Controle e Transparência (Secont), Economia e Planejamento (SEP), de Gestão e Recursos Humanos (Seger) e da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) participaram, nessa quarta-feira (1º), da reunião de início dos projetos que estarão presentes no Programa de Apoio à Modernização da Gestão Fiscal (Profisco II). Os recursos para o desenvolvimento dos projetos será financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Ao todo, o Estado terá cerca de R$ 200 milhões para modernizar a gestão fazendária e aperfeiçoar gestão financeira no Espírito Santo. "Esse é um valor bastante expressivo e estamos muito empenhados para fazer as melhores contratações possíveis. Sabemos que teremos muito trabalho nos próximos meses, nos próximos anos, mas estamos certos que o resultado será muito positivo", disse o secretário de Estado da Fazenda, Marcelo Altoé.

Os secretários de Estado Marcelo Calmon (Seger), Edmar Camatta (Secont), Maria Emanuela Alves Pedroso (SEP) e o subprocurador-Geral, Rafael Drews, também participaram do encontro e parabenizaram suas equipes pelos trabalhos desenvolvidos.

"Tratar do planejamento e execução orçamentária é levar resultados positivos para toda a população. A equipe da SEP se dedicou muito e os resultados serão os melhores possíveis. Vemos, no Profisco II, uma oportunidade de fazer ainda mais pela nossa população", afirmou Maria Emanuela Alves Pedroso. 

Ao todo, 15 projetos serão desenvolvidos com apoio do Profisco II. A especialista sênior em Gestão Fiscal do BID, Ana Lúcia Paiva Dezolt, agradeceu o empenho das equipes e das secretarias parceiras que propuseram as ações. "Nosso maior desafio era que a operação fosse totalmente elegível, mas isso já foi superado. Agora, vamos trabalhar o plano de aquisições de forma muito realística e analisar a tramitação desses processos de aquisição", informou.


O Profisco II

De acordo com o contrato com o BID, o Estado tem 25 anos para finalizar o pagamento da dívida. "O empréstimo tem condições muito favoráveis ao Estado. O prazo é longo. São 5 anos e meio de carência e os juros devem ficar abaixo de 2% ao ano. Tenho certeza que esse recurso será muito bem empregado pela Sefaz e pelas demais secretarias que fazem parte do escopo do Profisco II", comentou a Coordenadora Geral  do Profisco II ES, Andressa Pavão.

 

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